Vínculo empregatício
É a relação de emprego que pode existir quando a prestação reúne elementos como trabalho pessoal, pagamento, habitualidade e subordinação. O nome dado pelas partes não resolve sozinho a questão.
Wender Coelho Advocacia
Entenda os elementos da relação de emprego e estime parcelas básicas que podem ser discutidas.
Trabalhar sem registro, emitir nota ou possuir MEI não impede, por si só, a análise da relação de emprego. O que importa é compreender como o trabalho acontecia na prática.
A ferramenta organiza pessoalidade, habitualidade, pagamento e subordinação e estima apenas as parcelas que você indicar como não pagas. O valor somente pode ser discutido se o vínculo e cada verba forem reconhecidos.
Você não precisa conhecer linguagem técnica. Confira abaixo o significado dos campos e use os dados dos seus documentos.
É a relação de emprego que pode existir quando a prestação reúne elementos como trabalho pessoal, pagamento, habitualidade e subordinação. O nome dado pelas partes não resolve sozinho a questão.
Significa que o trabalho era realizado pela própria pessoa, sem liberdade ampla para enviar substituto.
Pode aparecer em ordens, horários, fiscalização, metas, punições, controle por aplicativo ou inserção na rotina da empresa.
É a prestação que se repete e integra a atividade, e não um serviço verdadeiramente eventual e isolado.
É a média bruta recebida pelo trabalho. Ela será usada apenas para estimar parcelas selecionadas como não pagas.
É a soma orientativa das parcelas marcadas como não recebidas. Somente haverá crédito se o vínculo e cada verba forem reconhecidos e comprovados.
Estimativa orientativa
Organize os elementos da relação e estime parcelas básicas que podem ser discutidas se o vínculo for reconhecido.
A primeira parte do resultado organiza indícios para análise; a segunda apresenta um valor bruto potencial das parcelas selecionadas. Nenhuma das duas reconhece automaticamente o vínculo.
A memória exibida pela ferramenta permite conferir as premissas utilizadas. Se algum dado estiver incompleto, o resultado deve ser tratado apenas como um roteiro para a análise individual.
A ferramenta não decide autonomia, pejotização, trabalho eventual, vínculo doméstico, terceirização, prescrição, categoria profissional ou validade das provas. Também não soma horas extras, adicionais ou indenizações que exigem informações próprias.
Não necessariamente. A forma documental precisa ser confrontada com a realidade da prestação.
A frequência é relevante, mas deve ser analisada com os demais elementos e com a atividade realizada.
Não. É uma estimativa condicionada ao reconhecimento do vínculo e à comprovação de que as parcelas não foram pagas.
Faça a estimativa em página separada para evitar duplicidade. Na análise individual, os resultados e documentos serão reunidos.